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Uma palavra de advertência

Leitura diária: Malaquias 4.4-6
Leitura da Bíblia em um ano: Apocalipse, capítulos 18 a 22

A última palavra do Antigo Testamento foi feita para encerrar efetivamente uma etapa da revelação de Deus, e embora demorasse 4 séculos para ter continuidade na segunda etapa, a verdade é que ela se encerra fazendo uma vinculação com o que viria a seguir, 400 anos depois, e uma palavra de advertência sobre como conviver durante este tempo.

Do ano 400 a.C. até o início do novo calendário, com o nascimento de Cristo o povo de Deus iria viver sem a palavra profética. Isto já no passado trouxera sérios problemas para Israel. Sempre que faltava a palavra do profeta, o povo de Deus se desviava e se desencaminhava. Malaquias, pela instrumentalidade do Senhor, sabia disto e adverte o povo para este perigo:

“Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em Horebe, para todo o Israel, a saber, estatutos e ordenanças” (Ml 4.4).

Ou seja, durante todo o tempo que virá, não se esqueçam dos meus estatutos; não olvidem as minhas ordenanças. Tudo aquilo que lhes ensinei com os Dez Mandamentos no êxodo, e que depois se transformou em diversas regras e normas para o viver santo e separado do meu povo, deve ser preservado por vocês para que estejam em condições de receber o meu enviado, aquele que vai dar início a nova mensagem profética para Israel:

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias,
antes que venha o grande e terrível dia do Senhor;
e ele converterá o coração dos pais aos filhos,
e o coração dos filhos a seus pais” (Ml 4.5,6).

A figura de Elias simboliza a palavra profética por meio daquele que teria sido o maior dos profetas para o povo de Deus: Elias, o homem da vitória sobre os profetas de Baal. Só que, agora, o Senhor está apontando para um profeta sim, mas não Elias que já passara, mas João Batista, o primo de Jesus, a “voz do que clama no deserto”, aquele que apontou o Cordeiro de Deus.

Oração para o dia: Ajuda-me, Senhor, neste dia de tanto significado para a cristandade, lembrar que o nascimento de Cristo faz toda diferença na história da humanidade.

Meditação extraída do site: www.juerp.org.br

 
 

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